O “novo” trabalho

Os Trabalhadores podem ser centrais, são aqueles que compõem a organização ou periféricos, são os que contribuem para o trabalho, mas não fazem parte da folha de pagamento. Geralmente os trabalhadores periféricos não estão integrados (não possui qualificação) ou são autônomos (devem desenvolver novas competências e agregar valor).

Novas formas de trabalho surgem no mundo, o trabalho temporário não é novo, estas pessoas são contratadas por tempo determinado, exp.: Executivos contratados para um ano.

Temos ainda as cooperativas criadas para sustentar a empresa e dar andamento a organização pela força privada. Já o outsourcing (terceirização), a qual uma empresa transfere para outra uma determinada atividade que esta realizava ou realizaria. Mantendo o know-how desta empresa.

Multiqualificação

Aprender a aprender: Capacidade de se auto-desenvolver, aperfeiçoar habilidades por meio de relações conscientes de aprendizagem, em sintonia com a tecnologia e pessoas. Também ligado a aprender e desaprender. Também buscar-se a busca pelo crescimento. Perspectiva de longo prazo.

Abstrair: Capacidade de distanciar idéias de objetos, permitindo imaginar resultantes de determinada decisão ou ação, sem recorrer a mecanismos físicos ou mecânicos de resolução. Deve-se imaginar como deve-se realizar a forma de maneira atraente. Perspectiva de médio prazo.

Aprender a fazer: Capacidade de pôr em pratica os conhecimentos solução de problemas e pensamento eficaz. Quando se ocupa uma posição, deve-se realizar da forma que se deve fazer nesta determinada posição. Perspectiva de curto prazo.

A competência é a conseqüência da multiqualificação. Ou seja, a multiqualificação é o requisito para ser obter a competência.

CICLO DE VIDA DA ESTRATÉGIA – Ao final deste ciclo se realiza uma nova estratégia. Ex.: Uma empresa deve ter um ciclo de vida conforme as alterações mercadológicas. Dependendo do tempo deste ciclo, se curto, não há como realizar um treinamento a aprender a aprender as rotinas estrategistas da empresa.

SUPRESSÃO DE BENEFÍCIOS: O autônomo busca os seus benefícios de INSS, seguridade social e independência. DESCARTABILIDADE: É a instabilidade decorrente da empregabilidade privada.

Visão mecanicista: É a seqüência de procedimento conforme precisão, complementação e ajuste ao comportamento da máquina.

Trabalho simplificado, para fazê-la de forma mais rápida e com menor erro – percepção de monotonia pelo subordinado – sentimentos de aborrecimento e insatisfação no trabalho – disfunção de comportamento – Resignação conformismo.

Visão Skinneriana: As pessoas de acordo com o estímulo apresentam uma determinada resposta e a conseqüência desta resposta é variável conforme o estímulo.

Rensis LIKERT: Afirma que não existe modelo ideal, mas dependente das condições internas e externas da empresa. Não existe política válida para todas as situações e ocasiões.

Gestão flexibilizada de pessoas: Aumento de produtividade ou qualidade em detrimento do tempo, no nível de modelos hierarquicamente controlados ele decai com o tempo e nos modelos participativos demora a vingar, mas decola na funcionabilidade.

SISTEMA 1: Organização que utilizam mão de obra intensiva e adotam tecnologia rudimentar. Pessoal de baixa qualificação profissional e baixo grau de escolaridade. Neste sistema a contribuição do subordinado é baixa no desempenho da gestão.

SISTEMA 2: Empresas industriais que utilizam tecnologia mais apurada e mão de obra mais especializada, mas mantendo ainda alguma forma de coerção para não perder o controle sobre as pessoas. Neste sistema há uma participação ainda tímida na gestão.

SISTEMA 3: Empresas de serviço ou empresas industriais com tecnologia avançadas e com política de pessoal mais abertas. Neste sistema há uma oportunidade de aproveitamento significativo do subordinado para a gestão.

SISTEMA 4 – Participativo: Organizações que utilizam tecnologia sofisticada, e onde o pessoal é especializado e desenvolvido. Neste sistema o gestor lida com pessoas com o mesmo nível de gestão, aproveitando idéias e as vezes até dependendo destas ações.

Parceiro de estratégia: Efetuar consultoria de negócios, buscar soluções para realizar as tarefas. Administrador de mudanças: Capitalizar mudanças, traduzir a visão em atitudes e atividades, incentivar o desenvolvimento de novas culturas. Fornecedor de práticas (infraestrutura): Otimizar os processos operacionais de gestão de pessoas. Administrador de contribuição do funcionário: Promover o comprometimento dos empregados; representar os funcionários com superiores.

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